Lumen essência

08/07/2015 Comentar
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Se hoje pouco nos surpreende o facto de podermos ler na obscuridade o tempo no mostrador de um Panerai, de um Rolex Submariner, com o seu Chromalight azulado, ou na transparência de um Lange 1 Lumen, é porque a tecnologia que lhes está associada evoluiu ao longo de mais de 100 anos. Durante este período, a radioluminescência deu lugar à fotoluminescência, baseada, hoje, de forma esmagadora, na Super-LumiNova®.

A Super-LumiNova® está hoje amplamente disseminada pela maioria dos mostradores de relógios desportivos produzidos dentro e fora da Suíça. A evolução deste material luminescente tem acompanhado o desenvolvimento da relojoaria, tanto técnica como esteticamente, aplicando-se hoje sobre ponteiros, números ou marcadores, não se restringindo apenas ao ainda dominante tom esverdeado. A paleta de cores à disposição das manufaturas inclui agora um espetro alargado, onde se incluem tonalidades que imitam bem o passado.

Designações como vintage tritium ou vintage radium fazem agora parte de uma coleção de cores que reproduzem os tons envelhecidos visíveis em relógios produzidos na primeira metade do século XX e que se tornaram obrigatórias nos chamados relógios de inspiração neo-vintage.

A história da evolução da luminescência associada à relojoaria ajuda-nos, assim, a perceber como a indústria chegou ao status quo atual, e, provavelmente, o que o futuro lhe reserva neste domínio.

Leia o texto completo no site da Espiral do Tempo.