Vanguard: reinterpretar para o futuro

04/11/2015 Comentar
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Com o lançamento do Vanguard, a Franck Muller misturou os seus códigos estéticos tão peculiares, para os redistribuir numa linha relojoeira mais depurada e metropolitana, que pretende catapultar a marca para o futuro próximo. Eis a história por trás do processo de criação dos novos modelos da manufatura sediada em Genthod.

Serão os clássicos mesmo eternos? O Porsche 911 continua pujante, os Ray-Ban Aviator permanecem na moda – dois conhecidos exemplos com mais de meio século de sucesso. Na verdade, as linhas desses dois ícones do design podem parecer imutáveis… mas um olhar mais atento revela que houve mudanças mais ou menos significativas no sentido de os adaptarem ao sabor dos tempos, no tal processo que se convencionou apelidar ‘evolução na continuidade’.

A Franck Muller, em comparação com outras manufaturas seculares, é uma companhia relojoeira relativamente jovem, mas desde muito cedo deixou o seu cunho na perceção contemporânea da alta-relojoaria. E alguns dos seus primeiros modelos mantêm-se no catálogo, como as várias interpretações do Cintrée Curvex e do Casablanca. São esses os clássicos da marca fundada no início da década de 1990 pelo arrojado mestre relojoeiro do mesmo nome e sediada na localidade de Genthod, nas imediações de Genebra. Face à natural evolução estética, aos gostos mais urbanos associados a tons escuros e materiais inovadores, a Franck Muller criou entretanto outros modelos para alargar a sua oferta a um âmbito mais vanguardista. Há cinco anos, arrancou com um novo Conquistador mais colorido e desportivo. Em 2013, lançou um produto completamente novo e de espírito verdadeiramente metropolitano: o Vanguard, que começa a surgir em força, em várias versões, e que tem uma excelente margem de desenvolvimento.

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