O Lange 1 Time Zone na Invicta

19/11/2015 Comentar

Ah, o Porto – a ‘Cidade Invicta’ que deu indiretamente origem ao tão britânico hábito do Chá das 5 e onde Harry Potter efetivamente nasceu! Claro que a segunda maior cidade portuguesa é melhor conhecida pelo seu tradicional vinho e pelo poderio futebolístico, mas há muito mais para contar – e escolhemos fazê-lo com a ajuda de um Lange 1 Time Zone no pulso, no âmbito do projeto da Lange & Söhne destinado a destacar algumas das mais notáveis metrópoles do Velho Continente. Esta é a versão adaptada para português do texto original em inglês partilhado internacionalmente.

Que excelente ideia. Passear por sete cidades europeias com um relógio de exceção no pulso e revelando em simultâneo as respetivas maravilhas – na verdade, os fusos horários através da Europa nem são muitos, mas qualquer relógio da Lange & Söhne personifica de maneira perfeita o savoir-faire do Velho Continente e o Lange 1 Time Zone tem o espírito internacional ideal para uma missão pan-europeia. E, numa era em que a Europa enfrenta graves desafios sociais e financeiros, parece adequado sublinhar aquilo que tem de melhor: cultura e tradiçãoo; assim, depois de Varsóvia e antes de Paris, Oslo, Hamburgo, Londres e Haia, o Lange 1 Time Zone viajou até Portugal para uma voltinha numa cidade que apresenta o certificado de World Heritage Site da UNESCO.

Num elenco que inclui predominantemente capitais, Lisboa seria a escolha óbvia para Portugal. No entanto, como no ano passado fiz uma foto-reportagem baseada em wristshots do emblemático Lange 1 tendo por cenário de fundo alguns dos locais mais emblemáticos de Lisboa para celebrar o 20º aniversário de tão distinto relógio, pensei imediatamente em celebrar a segunda cidade lusa.

Após um longo verão caraterizado por excelentes condições meteorológicas, a minha janela de oportunidade com o Lange 1 Timezone enviado propositadamente de Dresden para a missão caiu num período em que as previsões estavam longe de ser ideais – meti-me à autoestrada e esperei que a chuva me desse uma folga para poder tirar fotografias decentes; de qualquer das formas achei desde logo que, de certo modo, o Porto me permitiria fazer a ponte perfeita para uma cidade tão ligada às raízes da Lange & Söhne: Dresden, com os seus edifícios também escuros e igualmente espraiada ao longo de um rio. Com uma grande diferença, no entanto: a ligação ao mar.

Leia o texto completo no site da Espiral do Tempo.