North Flag: científico e instrumental

20/05/2016 Comentar

O North Flag segue essa linhagem que tão relevante se tem mostrado desde o lançamento da linha Heritage, em 2010, mas apresenta um valioso trunfo suplementar: é o primeiro relógio da marca dotado de um movimento de manufatura. Além da importância mecânica, apresenta também uma estética inédita com inspiração no passado que reforça a sua personalidade de instrumento de precisão.

Calibre de combate
Com o lançamento de um primeiro calibre próprio, a Tudor investiu num importante projeto industrial que lhe dá estatuto de manufatura e até pedigree perante a omnipresente ‘irmã’ do grupo, a incontornável Rolex. O movimento automático MT5621 foi sobretudo desenhado para ser fiável sob todas as circunstâncias e isso é patente na sua arquitetura robusta: nada de ornamentação, privilegia-se o prático e essencial com um balanço de inércia variável, espiral de silicone, 70 horas de autonomia e certificação COSC.

Referências históricas
A designação North Flag está associada ao uso dos relógios Tudor Oyster Prince numa expedição científica britânica ao norte da Groenlândia na década de 50. Já o visual geométrico da caixa assenta numa estrutura integrada de aço que remete historicamente para os anos 70 (e para os modelos Oysterquartz e Ref. 1530 da Rolex), sendo o toque de modernismo dado pelo anel de cerâmica preta sob a luneta. O mostrador negro utiliza criteriosamente o amarelo no ponteiro dos segundos e na indicação de reserva de corda. Um instrumento do tempo que é essencial.

Dupla escolha
Como tem acontecido noutros modelos da presente década, a Tudor faz questão de apresentar duas alternativas de bracelete — no caso do North Flag, uma bracelete de metal com acabamento semelhante ao da caixa e uma correia de couro preto com fecho de báscula e pespontos amarelos que combinam com os detalhes da mesma cor no mostrador.

Mais informações e imagens do Tudor North Flag no site da Espiral do Tempo.